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	<title>usinas |</title>
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		<title>Irã ataca Israel após Trump ameaçar bombardear pontes e usinas de Teerã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 21:14:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sexta-feira, 03/04/2026 &#8211; 16h00 Por&#160;Folhapress O Irã lançou novos ataques com mísseis contra Israel e países do Golfo nesta sexta-feira (3), horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar bombardear a infraestrutura civil iraniana.  A Guarda Revolucionária do Irã disparou mísseis de longo alcance contra Tel Aviv e Eilat, em Israel. O Exército israelense [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta-feira, 03/04/2026 &#8211; 16h00</p>



<p>Por&nbsp;Folhapress</p>



<p>O Irã lançou novos ataques com mísseis contra Israel e países do Golfo nesta sexta-feira (3), horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar bombardear a infraestrutura civil iraniana.<br> </p>



<p>A Guarda Revolucionária do Irã disparou mísseis de longo alcance contra Tel Aviv e Eilat, em Israel. O Exército israelense não detalhou os locais atingidos, mas a rádio militar relatou danos em uma estação de trem na capital.<br>&nbsp;</p>



<p>A ofensiva se expandiu para o Golfo e atingiu a infraestrutura do Kuwait. Uma usina de energia elétrica e suas instalações de dessalinização foi alvejada horas após ataques com drones causarem incêndios em uma refinaria de petróleo local, sem deixar feridos.<br>&nbsp;</p>



<p>Irã nega ser o autor da ofensiva contra o Kuwait e acusa Israel por ação &#8220;não convencional e ilegítima&#8221;. Em comunicado, a Guarda Revolucionária condena o ataque conta as usinas e afirma que os alvos prioritários de Teerã são as bases militares norte-americanas e os centros de segurança de Israel na região.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;É necessário que os países da região do Oriente Médio estejam vigilantes contra a sedição americano-sionista que visa desestabilizar e destruir a região&#8221;, afirma a Guarda Revolucionária.<br>&nbsp;</p>



<p>O governo iraniano assumiu a autoria de um ataque a um centro de dados da Amazon no Bahrein. Monitores relataram um apagão na rede da empresa, e autoridades do país confirmaram um incêndio em uma instalação comercial.<br>&nbsp;</p>



<p>Os Emirados Árabes Unidos também foram alvos de bombardeios iranianos. O Ministério da Defesa do país afirmou que interceptou 19 mísseis balísticos e 26 drones disparados pelo Irã apenas na quinta-feira (2).<br>&nbsp;</p>



<p>AMEAÇAS DE TRUMP E ATAQUES PRÉVIOS<br>&nbsp;</p>



<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou atacar alvos civis caso o conflito continue. Em publicação na rede social Truth Social, ele declarou que pontes e usinas elétricas iranianas seriam os próximos alvos do conflito.<br>&nbsp;</p>



<p>A declaração ocorre após bombardeios dos EUA e de Israel atingirem uma ponte em construção perto de Teerã. O ataque aconteceu na quinta-feira (2) e motivou os alertas americanos sobre novas investidas contra a infraestrutura do país.<br>&nbsp;</p>



<p>REAÇÃO IRANIANA<br>&nbsp;</p>



<p>O governo iraniano criticou a estratégia americana de focar os ataques em obras públicas. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, usou as redes sociais para afirmar que a tática não funcionará.<br>&nbsp;</p>



<p>O chanceler garantiu que a destruição de infraestrutura não vai forçar um recuo do país. &#8220;Atacar infraestruturas civis, incluindo pontes ainda não concluídas, não levará os iranianos à rendição&#8221;, escreveu Araghchi no X.</p>



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		<title>Seca extrema derruba produtividade de cana e usinas antecipam colheita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 15:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade de cana]]></category>
		<category><![CDATA[Seca extrema]]></category>
		<category><![CDATA[usinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamentos indicam queda de produtividade e impacto de perdas Levantamento da empresa Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) indicou queda de produtividade por hectare na cana-de-açúcar colhida na região centro-sul do país, com média de 69,7 toneladas por hectare (t/ha) em setembro de 2024, em relação ao mesmo mês&#160;de 2023, quando houve média de 83,4 t/ha. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamentos indicam queda de produtividade e impacto de perdas</p>



<p>Levantamento da empresa Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) indicou queda de produtividade por hectare na cana-de-açúcar colhida na região centro-sul do país, com média de 69,7 toneladas por hectare (t/ha) em setembro de 2024, em relação ao mesmo mês&nbsp;de 2023, quando houve média de 83,4 t/ha. Nesta semana,&nbsp;a entidade patronal União da Indústria de Cana-de-açúcar e Biotecnologia (UNICA) apontou&nbsp;adiantamento da colheita no estado, com 12 unidades finalizando a moagem até a segunda quinzena de outubro. No mesmo período da safra anterior, quatro usinas haviam concluído&nbsp;a moagem.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1617465&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1617465&amp;o=node"></p>



<p>A empresa, que faz&nbsp;monitoramento para o desenvolvimento de tecnologias no setor, observou ganho discreto na qualidade da matéria-prima por meio&nbsp;da medição de Açúcar Total Recuperável (ATR) na safra, ligeiramente acima em 2024, com 136,71 kg por tonelada de cana colhida. A UNICA observou&nbsp;melhoria mais acelerada entre seus associados, com 160,30 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar este ano contra 149,84 kg por tonelada na safra 2023/2024 – variação positiva de 6,98%. No acumulado da safra, o indicador foi de 142,23 kg de ATR por tonelada, alta de 1,03% em relação ao mesmo período no ano passado.</p>



<p>A UNICA informou que operaram na primeira quinzena de outubro 255 unidades produtoras na região centro-sul, sendo 236 unidades com processamento de cana, nove empresas que fabricam etanol a partir do milho e dez usinas flex. No mesmo período, na safra 23/24, operaram 259 unidades produtoras. A associação mostrou&nbsp;ainda que, na primeira quinzena de outubro, as unidades produtoras da região centro-sul processaram 33,83 milhões de toneladas, enquanto na safra anterior haviam processado&nbsp;32,93 milhões. O&nbsp;aumento foi de 2,75%. No acumulado da safra 2024/2025 até 16 de outubro, a moagem atingiu 538,85 milhões de toneladas, 2,36% a mais do que os 526,43 milhões de toneladas registrados no mesmo período do ciclo anterior.&nbsp;Especialistas consultados pela&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;atribuíram o aumento a um adiantamento na colheita, medida usada para evitar perdas maiores na produtividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diminuição esperada&nbsp;</h2>



<p>Segundo Maximiliano Salles Scarpari, pesquisador do Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, o monitoramento realizado pelo projeto PrevClimaCana, do qual participa, indicava&nbsp;resultado abaixo de 2023 já no primeiro trimestre. Ele&nbsp;destacou que o déficit já era anormal desde dezembro de 2023 e se acentuou no período entre março e outubro de 2024, sendo o mais longo medido pelo IAC desde 1934, quando começou a série do instituto. Como o ano de 2023 teve boa oferta hídrica e uma relação alta de tonelada de cana por hectare, a quebra de safra ficou mais evidente ainda com a seca extrema deste ano.</p>



<p>Maximiliano explicou que o aumento da moagem é uma estratégia comum do setor, que adequa a colheita para aproveitar o momento mais favorável, alterando o planejamento dentro da safra. &#8220;As usinas vão antecipando áreas, e o rendimento da colheita dentro da safra foi bom. Para o futuro, a tendência é que terão mais tempo para se preparar para a próxima safra, com manutenção de equipamentos de colheita e moagem&#8221;, afirmou&nbsp;o pesquisador, destacando que a manutenção de um cenário de seca deve levar a uma segunda safra afetada, pois a brotação, que já começa agora, teve impacto. A extensão desse&nbsp;dano, porém, só será mensurável a partir de meados de dezembro próximo&nbsp;e, de forma mais clara, no final do primeiro trimestre de 2025.</p>



<p>&#8220;A cana este ano foi praticamente colhida, por ter sido um ano de déficit hídrico alto. Poucas áreas ainda não foram colhidas, e a tendência é de fechamento com t/ha baixo, o que, a depender do estoque, pode impactar os&nbsp;preço de açúcar e álcool. Isso não tem como reverter, mas pode ser amenizado com técnicas de irrigação&#8221;, completou Scarpari. Tal estratégia, porém, dependerá de concessão de novas outorgas de uso de água que, ao menos em São Paulo, têm sido autorizadas de maneira criteriosa e dando preferência ao uso no abastecimento das cidades. Para os produtores, acrescenta, uma alternativa que tem sido discutida e mesmo aconselhada é o uso de seguros paramétricos pelos produtores, baseados em critérios de produtividade, seja na quantidade (para t/ha) ou qualidade (para ATR). Essa medida amenizou o impacto, principalmente frente às queimadas, às quais&nbsp;o setor atribuiu impacto da ordem de R$ 1 bilhão em prejuízos neste&nbsp;ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preparação da cana</h2>



<p>As variedades de cana brasileiras são selecionadas para tolerar cenário de seca, segundo o pesquisador Vinicius Bufon, da Empresa brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Meio Ambiente). Como mais da metade da produção da matéria-prima ocorrem&nbsp;em áreas de cerrado ou de transição para cerrado, com chuvas e estiagens&nbsp;concentradas e oscilando em período de cinco a sete meses, a planta é bastante rústica e sobrevive à intempérie, mas &#8220;sempre haverá redução do potencial produtivo como consequência. Isso agrava à medida que a produção de cana migra para o cerrado mais interior, mas também nas regiões produtoras tradicionais, à medida que as mudanças climáticas trazem eventos de seca mais frequentes e mais intensos&#8221;, alerta Bufon.</p>



<p>Ele lembrou que uma seca como a deste ano pode gerar perdas ainda maiores, o que ocorreu em algumas usinas acompanhadas, onde se perdeu mais de 15 t/ha entre 2023 e 2024. Há tecnologias, com aplicação recomendada para as lavouras, que podem amenizar o cenário, em especial a adoção de irrigação em parte da produção. &#8220;O sistema irrigado de produção pode ser adotado, principalmente, em duas modalidades. A primeira é a irrigação de salvamento, que entrega uma única aplicação de água, imediatamente após a colheita, de cerca de 30 a 60 milímetros (mm). Isso corresponde a aproximadamente 4% da demanda hídrica da cultura durante uma safra, mas tem grande efeito em garantir a brotação. A segunda alternativa, chamada de irrigação deficitária, ou irrigação por déficit controlado, entrega de 20% a 25% da demanda hídrica da cultura durante a safra&#8221;, defende.</p>



<p>A diferença, segundo o pesquisador, é que o método de irrigação de salvamento pode ser adotado em 30% a 50% da lavoura, especialmente&nbsp;nos canaviais colhidos de maio a setembro, período mais seco, enquanto a técnica de irrigação deficitária poderia ser adotada em 5% a 15% da lavoura, sobretudo nos canaviais com solo mais limitante, mais arenoso, no período de 15 de julho a 15 de setembro, historicamente o mais crítico em regiões de cerrado. &#8220;O restante do canavial, de 40% a 70%, poderia&nbsp;ficar estritamente dependentes da chuva, mas colhido nas pontas mais úmidas da safra, de março a maio e de setembro a novembro&#8221;, completa.</p>



<p>A Embrapa não recomenda o uso de irrigação plena em nenhuma hipótese e sempre após análise dos órgãos de controle, o que tem favorecido o reconhecimento das técnicas de produção irrigada como ferramenta sustentável&nbsp;mundialmente. &#8220;A pressão inflacionária vivida em cada um desses eventos de seca tende a acelerar o processo. E essa expectativa não é só brasileira. O mundo espera muito do Brasil para suprir a crescente demanda mundial por segurança alimentar e&nbsp;biocombustíveis, por exemplo. Felizmente, temos tecnologia sustentável para ofertar, temos agricultores inovadores e competentes, e esperamos que o arcabouço de políticas públicas e linhas de financiamento possam criar estímulos e segurança jurídica necessários&nbsp;para o produtor tomar o risco do investimento que, apensar de muito viável, demanda muito investimento&#8221;, recomendou Bufon.</p>



<p>As outorgas de exploração foram suspensas em alguns períodos críticos, principalmente em São Paulo, e a recuperação do nível dos poços nos principais aquíferos não tem ocorrido todos os anos, como destacou a reportagem&nbsp;da&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



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<iframe title="O QUE ESPERAR DA CÂMARA DE VEREADORES DE IPIRÁ NO PRÓXIMO QUADRIÊNIO?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3j2b5P_xT3w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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