<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>vegetal |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/vegetal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Jan 2024 16:21:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>vegetal |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Janeiro vegano: quão popular é a dieta 100% vegetal?</title>
		<link>https://ipiracity.com/janeiro-vegano-quao-popular-e-a-dieta-100-vegetal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=janeiro-vegano-quao-popular-e-a-dieta-100-vegetal</link>
					<comments>https://ipiracity.com/janeiro-vegano-quao-popular-e-a-dieta-100-vegetal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 16:21:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[janeiro vegano]]></category>
		<category><![CDATA[qualidadedevida]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[vegetal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=109125</guid>

					<description><![CDATA[<p>Holly Young &#8211; Terça, 2 de janeiro de 2024 Campanha por uma alimentação sem produtos de origem animal completa dez anos em 2024, com os impactos ambientais do consumo de carne e derivados de leite já bem documentados pela ciência. Quando o Burger King lançou o lanche Impossible Whopper em 2019, a ativista vegana de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/janeiro-vegano-quao-popular-e-a-dieta-100-vegetal/">Janeiro vegano: quão popular é a dieta 100% vegetal?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Holly Young &#8211; Terça, 2 de janeiro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Campanha por uma alimentação sem produtos de origem animal completa dez anos em 2024, com os impactos ambientais do consumo de carne e derivados de leite já bem documentados pela ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Burger King lançou o lanche Impossible Whopper em 2019, a ativista vegana de longa data Toni Vernelli mal acreditou no que estava vendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, que militou contra a rede de fast-food 30 anos atrás, o orgulhoso lançamento de um hambúrguer vegano e o compromisso assumido pela empresa de ter 50% do cardápio à base de plantas até 2030 era um sinal do quanto as coisas haviam mudado, e do quanto elas nunca mais voltariam a ser as mesmas. “Como se essa tendência só pudesse ir numa direção“, explica Vernelli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes tido com um estilo de vida praticado por poucos, o veganismo&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/restaurantes-universit%C3%A1rios-de-berlim-praticamente-abandonam-a-carne/a-59063965">parece estar ocupando um lugar cada vez maior na cultura mainstream ocidental</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Veganuary, uma organização sem fins lucrativos do Reino Unido onde Vernelli trabalha – e que batiza uma campanha de mesmo nome realizada nos meses de janeiro para promover a dieta –, viu o número de adeptos da iniciativa aumentarem significativamente, com mais de 700 mil pessoas inscritas em todo os&nbsp;países do mundo (exceto da Coreia do Norte).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Alemanha, onde o número de veganos quase dobrou desde 2016, lidera as pesquisas globais feitas no Google sobre veganismo. Logo atrás vêm Reino Unido e Áustria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa crescente demanda fez do veganismo uma indústria bilionária em expansão, com influenciadores veganos prontos para promover receitas e o estilo de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preocupação com mudanças climáticas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Que o veganismo esteja em alta é algo que a porta-voz britânica da The Vegan Society, Maisie Stedman, atribui principalmente ao noticiário sobre o <a href="https://www.dw.com/pt-br/comer-carne-deixou-de-ser-quest%C3%A3o-pessoal/a-55597345">impacto ambiental do consumo de carne e laticínios</a>. &#8220;Acho que isso causou uma mudança real na mentalidade das pessoas, porque estamos vendo muito mais os impactos da <a href="https://www.dw.com/pt-br/clima/t-63208497">crise climática</a> na vida real.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-3-1024x576.png" alt="" class="wp-image-109127" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-3-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-3-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-3-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-3.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Vitrine de um açougue vegano: dieta exclusivamente baseada em produtos de origem vegetal tem pegada de carbono menor<small>Foto: DW</small></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Dietas veganas geram 75% menos emissões de gases de efeito estufa responsáveis pelo aquecimento do planeta e significativamente menos poluição da água e destruição da vida selvagem, de acordo com um artigo científico publicado em 2023 na revista&nbsp;<em>Nature Food.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentos como frutas, vegetais, leguminosas e grãos demandam menos energia, solo e água <a href="https://www.dw.com/pt-br/estudo-recomenda-consumir-carne-vermelha-somente-a-cada-15-dias/a-65098965">do que produtos de origem animal</a>. A produção de carne envolve grandes áreas de pastagens, que muitas vezes resultam da <a href="https://www.dw.com/pt-br/a-produ%C3%A7%C3%A3o-de-carne-e-o-desmatamento-no-brasil/a-65362795">derrubada de florestas</a>. Animais, como vacas e ovelhas, também produzem metano durante a digestão, e a ração que os alimenta é fertilizada com substâncias que emitem óxido nitroso – dois gases potentes do efeito estufa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quebrando estereótipos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, segundo ativistas, a popularização crescente do veganismo também trouxe à tona estereótipos – tanto antigos quanto novos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vernelli explica que, para tentar enfrentar o arquétipo clássico do&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/explos%C3%A3o-do-consumo-de-carne-alimenta-sofrimento-animal/a-65029734">vegano pregador e julgador</a>, o Veganuary – ou Janeiro Vegano – baseia sua abordagem na aceitação da tentativa e do erro por parte do público, em vez de impor &#8220;essa perspectiva assustadora de se tornar vegano para sempre&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os participantes da campanha de 2022, 25% disseram que poderiam manter o estilo de vida vegano; dentre os demais, quase metade declarou que reduziria significativamente o consumo de produtos de origem animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Stedman, da The Vegan Society, a iniciativa também ajudou a desmistificar a ideia de que o veganismo é caro e a fazer as pessoas entenderem como se alimentar dentro da dieta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-4-1024x576.png" alt="" class="wp-image-109128" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-4-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-4-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-4-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-4.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Muitas pessoas acham que ser vegano custa caro ou não sabem ao certo o que comer e como preparar as refeições<small>Foto: Markus Mainka/picture alliance</small></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Carne: questão de masculinidade?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lidar com a ideia de que &#8220;carne é coisa de homem&#8221;, contudo, tem sido um desafio maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você é muito mais propenso a ser vegano se for mulher&#8221;, diz Stedman. &#8220;Achamos que isso tem a ver com os estereótipos existentes sobre o que significa ser homem e o que significa comer carne.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 1,3% da população do Reino Unido que se autodeclara vegana, quase&nbsp;37% são homens, de acordo com a The Vegan Society.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de que carne é coisa de homem tem&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/como-o-direito-ao-churrasco-virou-tema-das-elei%C3%A7%C3%B5es-2022/a-63199138">raízes culturais</a>&nbsp;profundas e persistentes e está refletida em tudo: da cultura pop ao marketing de alimentos, passando, talvez, até mesmo pela própria linguagem – um estudo aponta que, em idiomas que flexionam os substantivos por gênero, palavras relacionadas à carne eram mais frequentemente masculinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Acho que, onde quer que você viva no hemisfério Norte global, a carne é relacionada à masculinidade&#8221;, diz Isaias Hernandez, educador ambiental baseado nos EUA e mais conhecido na internet pela alcunha Queer Brown Vegan. &#8220;E isso reforça a mentalidade patriarcal de dominação da Terra.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte de seus esforços para alcançar mais homens, a The Vegan Society conduziu recentemente pesquisas sobre as atitudes deles em relação às dietas veganas. A conclusão: embora 41% dos homens não veganos no Reino Unido tenham manifestado interesse pelo veganismo, a principal barreira à adoção era o temor de serem estigmatizados socialmente ou ridicularizados por amigos e familiares – com o veganismo sendo frequentemente associado ao &#8220;feminino&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<em>soy boy&nbsp;</em>(garoto soja) é a encarnação mais recente desse estereótipo. O termo pejorativo para homens percebidos como fracos – e frequentemente usado online contra supostos esquerdistas – alude a uma&nbsp;hipótese não comprovada entre o consumo de produtos de soja e o aumento dos níveis de estrogênio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vernelli diz que documentários como&nbsp;<em>The Game Changers</em>, que mostrava atletas em dietas baseadas em plantas, ajudaram a desafiar a ideia de que&nbsp;não é possível ganhar músculos ou ser forte com uma dieta vegana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Influenciadores veganos hipermasculinos, que promovem um estilo de vida baseado em plantas como sinônimo de saúde e&nbsp;boa forma, também aumentaram nos últimos anos, com a hashtag #veganmen no Instagram revelando um mosaico de bíceps e plantas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas esse fenômeno não ajuda a promover um entendimento mais inclusivo do veganismo, critica Hernandez. &#8220;Os influenciadores veganos homens – a maioria brancos e heterossexuais – também reforçam mentalidades patriarcais. Eles combatem a masculinidade tóxica com masculinidade tóxica.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, um dos influenciadores que tentam combater esse estereótipo é o perfil Vegano Periférico, conduzido por dois irmãos gêmeos de Campinas (SP), com mais de 310 mil seguidores no Instagram.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro do veganismo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Hernandez defende que o movimento precisa não apenas mudar as ideias em torno do gênero, mas ter educadores mais diversos e deixar de ser dominado por perspectivas brancas do Norte global. &#8220;Isso precisa mudar, porque veganos negros e indígenas sempre existiram aos montes.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o veganismo se tornou mainstream, nossa compreensão dele se tornou muito materialista, argumenta Hernandez. &#8220;Há mais produtos veganos na prateleira.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O antídoto para isso, segundo ele, é mais educação. Neste sentido, o influencer sugere ideias como a realização de um grupo de leitura para aprender sobre o impacto de nossos sistemas alimentares nas pessoas e no planeta, ou simplesmente ir além do que está nas prateleiras do supermercado e começar a adquirir alimentos em sua comunidade local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vernelli, do Veganuary, admite que ainda há um longo caminho para aumentar a aceitação do veganismo entre as pessoas – há previsões de que o&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/por-que-os-humanos-consomem-tanta-carne/a-61746830">consumo global de carne</a>&nbsp;vá aumentar em 50% até 2050.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela diz que veganos podem até não ser a maioria daqui a dez anos, mas serão algo absolutamente comum. &#8220;Não será nem mesmo um problema. Vai ser como dizer a alguém: &#8216;não gosto de coentro&#8217; ou &#8216;não gosto de picles&#8217;.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: DW</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Processo de desertificação na Bahia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/cYI_WukSJD0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/janeiro-vegano-quao-popular-e-a-dieta-100-vegetal/">Janeiro vegano: quão popular é a dieta 100% vegetal?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/janeiro-vegano-quao-popular-e-a-dieta-100-vegetal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
