Tecnologia 5G avança no mundo, mas não no Brasil

Glauco Arbix lamenta que o País ainda não tenha se posicionado definitivamente em relação às tecnologias de quinta geração, correndo o risco de ficar para trás

Foto: USP/

Glauco Arbix lamenta que o País ainda não tenha se posicionado definitivamente em relação às tecnologias de quinta geração, correndo o risco de ficar para trás


Editorias: Colunistas, Glauco Arbix – URL Curta: jornal.usp.br/?p=289003

O professor Glauco Arbix foca sua coluna desta semana na tecnologia 5G, que está amadurecendo de forma muito rápida. “Há quem diga que elas já estão maduras a ponto de serem implementadas.” Na verdade, as tecnologias de quinta geração, além de permitirem uma quantidade muito maior de dados na sua transmissão, têm capacidade de habilitar o que se convencionou chamar de hiperconectividade, ou seja, abrem a possibilidade de uma série de aplicações (cidades inteligentes, saúde a distância, educação, consumo de energia) que não se tem hoje.

Infelizmente, porém, lamenta Arbix, o Brasil está atrasado em relação a essa tecnologia, e um dos principais problemas é de natureza política, pois China e EUA disputam entrar no mercado nacional. Enquanto persiste essa indefinição, quem perde é o Brasil.

Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna.

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