Vídeos mostram momento do rompimento da barragem de Brumadinho

Imagens do circuito interno, obtidas pela Band e pela Globo, retratam o instante que a lama toma a área em que estavam os trabalhadores

Imagem do vídeo da TV Bandeirantes.

Imagens do circuito interno, obtidas pela Band e pela Globo, retratam o instante que a lama toma a área em que estavam os trabalhadores


Dois vídeos obtidos pela rede de TV Bandeirantes e pela Rede Globo mostram o momento em que rompe a barragem da mineradora Vale em Brumadinho, Minas Gerais, no início da tarde da última sexta-feira (25).  Já foram encontrados os corpos de 110 pessoas que morreram, mas as buscas continuam por 238 pessoas que ainda estão desaparecidas, de acordo com o último balanço divulgado pelas autoridades brasileiras na noite da última quinta-feira.

As imagens reveladas pela Band mostram que, no momento em que a lama de rejeitos de minério começa a sair da barragem da Brumadinho, atingindo trabalhadores da empresa ainda estavam no local. Pessoas que dirigiam automóveis na área tentaram deixar o lugar nos veículos, mas foram atingidas pelo mar de lama. Os rejeitos, muito espessos, se moviam muito rapidamente. Um trem usado para mover o minério também é visto ao fundo, em movimento.

Já o vídeo divulgado pela Globo, obtido a partir das câmeras de circuito interno da Vale, mostram uma avalanche de lama que toma conta da Mina do Feijão. É possível ver um grupo de funcionários da mineradora tentando correr, mas são engolidos pela lama. As imagens rapidamente viralizaram nas redes sociais.

 


O presidente da companhia, Fabio Schvartsman, admitiu nesta quinta-feira que as sirenes, que deveriam alertar às pessoas da área sobre qualquer problema com a estrutura, não funcionou. Segundo ele, elas foram “engolfadas” pela lama.

As causas do rompimento da barragem 1 da Mina do Feijão ainda não foram esclarecidas. Um inquérito policial para investigar o caso foi aberto e cinco pessoas, entre executivos da Vale e engenheiros terceirizados que atestaram a estabilidade da construção, foram presos preventivamente.


Fonte:www.brasil.elpais.com

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