Um aluno da Universidade Federal da Bahia (UFBA) registrou uma contaminação por larvas em uma sobremesa servida no restaurante universitário do campus de Ondina, em Salvador. O caso ocorre no dia 16 de maço e repercutiu nas redes sociais.
Segundo informações, o estudante em questão seria um calouro de Geografia. Ele relata que a sobremesa em questão era um bombom, que possuía aparencia suspeita. Ele relata que ingeriu parte do doce, mas ao confirmar uma textura ruim, resolveu abrir o bombom, encontrando três larvas vivas na sobremesa.
Em nota, o Núcleo de Gestão de Restaurantes Universitários da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Assistência Estudantil (PROAE-UFBA) afirmou que foi informada sobre o ocorrido e garamtiu que “a empresa terceirizada responsável pela operação do restaurante foi formalmente notificada para adotar as providências cabíveis”.
A Universidade explica, no entanto, que por se tratar de um produto industrializado, as precauções para a aquisição do produto já haviam sido cumpridas. “O material foi recebido na mesma semana em que foi servido, em embalagens lacradas de 1 kg e dentro do prazo de validade”. Assim, “a apuração completa exige contato direto com o fabricante”, disse a UFBA.
A PROAE informou, por fim, que as ações já estão sendo conduzidas para a avaliação do caso, mas, até o momento, “não há conclusão definitiva sobre o relato, que permanece em análise técnica”.
Confira a nota da Universidade na íntegra:
“Em atenção à sua solicitação, informamos que foi registrado o relato de uma estudante que identificou um corpo estranho no bombom servido como sobremesa na refeição em questão.
A discente foi imediatamente atendida pela equipe de fiscalização técnica responsável pelo contrato, que procedeu ao registro oficial do ocorrido. Na mesma ocasião, a empresa terceirizada responsável pela operação do restaurante foi formalmente notificada para adotar as providências cabíveis.
A empresa realizou os procedimentos administrativos necessários, incluindo o preenchimento de fichas de não conformidade, com o objetivo de apurar rigorosamente os fatos e implementar as medidas corretivas adequadas.
Como se trata de produto industrializado (bombom Sonho de Valsa, da Lacta), a apuração completa exige contato direto com o fabricante. O material foi recebido na mesma semana em que foi servido, em embalagens lacradas de 1 kg e dentro do prazo de validade.
Todas as ações estão sendo conduzidas de forma criteriosa e em conformidade com as normas vigentes. Até o momento, não há conclusão definitiva sobre o relato, que permanece em análise técnica.”
Fonte: Bahia Notícias / Foto: Reprodução/Notícias da UFBA