O mercado imobiliário está de olho nos cabeças brancas

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A população brasileira já possui +32M de pessoas com 60 anos ou mais — muitos deles com dinheiro acumulado de uma vida… De olho nesse grupo, o setor de construção começou a desenvolver empreendimentos focados no público mais velho.

As novas construções são os “condo-hotéis”. Em vez de funcionarem como asilos, eles são apartamentos próprios ou alugados que oferecem desde enfermagem 24h, apoio psicológico até atividades recreativas.

Pense que, assim como a Gen Z gosta da sensação de pertencimento em chats de live, os idosos desenvolvem um senso de comunidade nessas “senior houses”.

Em meio a esse crescimento, a Housi, uma startup do ramo imobiliário, desenvolveu um setor voltado só para o público 60+. A decisão aconteceu após realizarem um estudo que apontou esse segmento como o mais promissor nos próximos anos.

Olhando valores

Projetos de senior houses com valores na casa da centena de milhões têm se espalhado pelo Brasil. A ABF, incorporadora que realiza projetos na área, já entregou 2 de 3 condomínios senior living, que possuem um valor geral de vendas estimado em R$ 250M.

Mas é verdade que a conta é salgada. Esses projetos são direcionados para a classe alta, já que para manter a vasta oferta de serviços, não é raro que os custos mensais ultrapassem R$ 10 mil.

Fonte: The News / (Imagem: Ryan Lowry | Reprodução)

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