Biblioteca do Meio Ambiente abre exposição sobre Zonas Úmidas nesta segunda-feira (02)

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A Biblioteca do Meio Ambiente Milton Santos inaugura, na próxima segunda-feira (02/02), a exposição Zonas Úmidas: territórios de vida, cultura e cuidado, ação cultural que celebra o Dia Mundial das Zonas Úmidas e convida o público a refletir sobre a relação entre natureza, cultura e responsabilidade ambiental.
A mostra segue aberta à visitação até o dia 09/03/2026 e integra uma programação voltada à educação ambiental e à valorização dos ecossistemas aquáticos, como manguezais, estuários, lagoas e zonas costeiras, considerados essenciais para o equilíbrio ambiental e a manutenção da vida.
Entre os destaques da exposição estão três obras artísticas produzidas a partir de resíduos recolhidos durante ações de limpeza na zona costeira: um cavalo-marinho, uma baiana e uma onda do mar. As esculturas transformam materiais descartados irregularmente em elementos simbólicos, provocando uma reflexão sobre os impactos do consumo excessivo, do descarte inadequado de resíduos e da urgência na preservação dos oceanos.
A iniciativa também dialoga com a dimensão cultural das águas, especialmente na Bahia, onde o Dia Mundial das Zonas Úmidas coincide com o Dia de Iemanjá, data marcada por expressões religiosas, culturais e afetivas ligadas ao mar. Nesse contexto, a exposição reforça a ideia das zonas úmidas como territórios de vida, memória, identidade e cuidado coletivo.
Além das obras artísticas, o público poderá conhecer ações institucionais voltadas à conservação ambiental, iniciativas de monitoramento das zonas costeiras e conteúdos educativos que evidenciam a importância da preservação dos ambientes aquáticos frente às ameaças causadas pela poluição, ocupação desordenada e mudanças climáticas.
A exposição acontece na Biblioteca do Meio Ambiente Milton Santos, localizada no térreo da Biblioteca Central do Estado da Bahia, no bairro dos Barris, em Salvador, e é aberta ao público em geral, com atenção especial a estudantes, educadores e profissionais da área ambiental.

Fonte: Diga Bahia / Foto: Matheus Lemos – Ascom Inema/Sema

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