Com a eliminação da Albânia de Sylvinho, Mundial não terá treinadores do Brasil pela primeira vez em 96 anos
A Albânia, sob o comando de Sylvinho, foi eliminada da repescagem europeia nesta quinta-feira, 26. Com a derrota por 2 a 1 para a Polônia, a Copa do Mundo 2026 já tem um fato inédito: não haverá nenhum treinador brasileiro à beira do gramado no Mundial.
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Este resultado encerra uma sequência histórica que perdurava desde a primeira edição da Copa do Mundo, em 1930. Ao longo de 22 edições, o futebol do Brasil sempre esteve representado na área técnica por profissionais dirigindo a seleção brasileira ou outras nações.
O fim da tradição de técnicos brasileiros em Mundiais
A ausência de representantes brasileiros no comando técnico interrompe um ciclo de quase um século de protagonismo tático global. Historicamente, treinadores do país foram fundamentais para o desenvolvimento do futebol em diversos continentes durante o torneio.
- Otto Glória: Comandou Portugal na histórica campanha do terceiro lugar em 1966.
- Carlos Alberto Parreira: Recordista em participações, dirigiu cinco seleções diferentes em seis edições.
- Luiz Felipe Scolari: Além do título com o Brasil em 2002, levou Portugal às semifinais em 2006.
Com a própria seleção brasileira liderada pelo italiano Carlo Ancelotti, a última esperança de representatividade residia em profissionais atuando em seleções estrangeiras, como era o caso de Sylvinho na Albânia.
O Mundial de 2026, sediado por Estados Unidos, México e Canadá, será o maior da história com 48 seleções, mas será o primeiro a não contar com o DNA tático do Brasil na área técnica.
Fonte: Placar / Foto: Divulgação / FSHF / Jogada10