Com um time praticamente reserva, a seleção da França derrotou a Colômbia por 3 a 1 em partida amistosa neste domingo (29). O técnico Didier Deschamps optou por rodar todo o elenco, utilizando um time diferente daquele que havia enfrentado o Brasil. Jogadores como Mbappé e Tchouaméni permaneceram no banco de reservas durante a partida contra os colombianos.
A vitória provocou reações na imprensa esportiva europeia devido à capacidade demonstrada pela seleção francesa mesmo com uma formação alternativa.
Repercussão na imprensa europeia
O jornal espanhol Marca publicou que os Bleus têm “dois times titulares”.
“A França mostrou mais uma vez que é uma forte candidata ao título da Copa do Mundo. E não é surpresa nenhuma, depois do que a equipe mostrou contra Brasil e Colômbia: seriedade e capacidade para comandar as partidas como bem entende. O resultado foi uma vitória sem tanto brilho, mas com grande eficiência, mostrando como se deve jogar em partidas que, em um torneio como a Copa, muitas vezes o mais importante é ganhar, e não jogar bem”
Marca
“Usando sua versão A ou B, os Bleus são candidatos a tudo. Não sobra futebol à seleção, mas sim pólvora”.
As
O jornal francês L’Équipe analisou a atuação de jogadores que disputavam posições na convocação final. O veículo destacou: “Doué e Thuram foram decisivos na vitória e deixaram excelente impressão naquele que foi o último teste antes de Deschamps anunciar sua lista final, em 14 de maio”.
França se consolida como uma das favoritas na Copa do Mundo
A França ocupa a terceira posição no ranking mundial e tem credenciais sólidas para ser uma das favoritas ao título. As vitórias sobre o Brasil e a Colômbia demonstraram a qualidade do elenco de Didier Deschamps, que controlou ambas as partidas.
A França abre sua campanha na Copa do Mundo contra Senegal. O grupo também conta com Noruega e um classificado dos playoffs.
Didier Deschamps comanda a França há 13 anos e já confirmou que a Copa de 2026 será seu último torneio. Campeão mundial como jogador e treinador, é reconhecido pela capacidade de gerir egos e montar equipes equilibradas.

Fonte: Lance / Didier Deschamps no comando da seleção francesa (Foto: FRANCK FIFE/AFP)