Objetivo é auxiliar as redes na implementação da política que integra educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária ao currículo das escolas. Evento ocorre em Brasília, com transmissão ao vivo
OMinistério da Educação (MEC) promoverá, nos dias 8 e 9 de abril, das 9h às 17h (horário de Brasília), a 2ª Reunião Técnica do programa Na Ponta do Lápis. A ideia é articular e orientar redes municipais e estaduais de ensino quanto à implementação da política de educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica. O evento é destinado a coordenadores estaduais e municipais da iniciativa e ocorre no Auditório do Anexo do MEC, em Brasília (DF), com transmissão ao vivo durante o primeiro dia.
Participam da cerimônia de abertura a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt; a diretora de Políticas e Diretrizes de Educação Integral Básica, Tereza Farias; além de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Fórum Brasileiro de Educação Financeira.
Na Ponta do Lápis – O programa Na Ponta do Lápis é uma iniciativa do MEC criada com a finalidade de auxiliar a implementação da educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica, como previsto na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Tendo em vista o aumento nos índices de endividamento da população e a quantidade de informações disponíveis no mundo atualmente, a pasta busca auxiliar crianças, adolescentes, jovens e adultos a compreenderem conceitos básicos de economia e de finanças, contribuindo para uma leitura crítica e incentivando decisões que beneficiem tanto o bem-estar individual quanto o bem-estar comum.
A ideia é fazer com que estudantes aprendam, no dia a dia, sobre impostos, geração de renda, consumo consciente, planejamento financeiro e tantos outros conceitos, para promover autonomia e consciência na participação econômica. O programa investe na construção da cidadania ao incentivar uma relação responsável com o dinheiro e com o consumo e ao realizar debates sobre temas que afetam a experiência de vida e os projetos de futuro dos estudantes.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)