Aos 75, uma doceira do interior do Brasil publicou seu primeiro livro. Hoje, toda a língua lusófona a reverencia
Manhã de julho, ar seco no Centro-Oeste. Pela Rua do Chafariz, pedras irregulares conduzem o passo até o Rio Vermelho. A cidade respira frio leve: fachadas brancas, telhas de barro, sombra de varandas; o sino marca as horas e o rio corre baixo. Conversa curta na esquina, uma moto, passos no calçamento de pedra irregular. […]
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