Ele escreveu um dos maiores romances do século, foi ignorado por 50 anos e morreu sem saber
No início havia poeira. Não a poeira simbólica das epopeias, nem a poeira mitológica dos desertos do Oeste, mas uma poeira concreta, mineral, seca, a que se acumula sobre livros que ninguém toca, em prateleiras erradas. Era uma poeira sem passado, sem memória, sem interesse. Uma poeira funcionária. E ali, entre volumes de capa dura […]
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