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	<title>Pesquisadores |</title>
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	<title>Pesquisadores |</title>
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		<title>Mulheres são 46% do total de pesquisadores da América Latina e Caribe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 08:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina e Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região chega à paridade de gênero na ciência, mas diferenças continuam As mulheres representam quase a metade, 46%, do total de pesquisadores nos países da América Latina e do Caribe. Com isso, a região conquistou, na última década, a paridade de gênero na ciência. Mesmo nesse cenário, meninas e mulheres ainda enfrentam uma série de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Região chega à paridade de gênero na ciência, mas diferenças continuam</p>



<p>As mulheres representam quase a metade, 46%, do total de pesquisadores nos países da América Latina e do Caribe. Com isso, a região conquistou, na última década, a paridade de gênero na ciência. Mesmo nesse cenário, meninas e mulheres ainda enfrentam uma série de desigualdades no que diz respeito ao acesso a temas científicos, além de sofrerem preconceito e violência de gênero nesses países.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1447979&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1447979&amp;o=node"></p>



<p>As informações são de relatório que será lançado nesta segunda-feira (14) pelo British Council, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p>Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a América Latina, o Caribe e a Ásia Central são as únicas regiões no mundo que atingiram a paridade na proporção de investigadores do sexo feminino para o masculino, considerando todas as áreas de pesquisa. Para chegar à paridade, é preciso que entre 45% e 55% dos investigadores sejam mulheres. De acordo com os últimos dados da Unesco, em 2020, a porcentagem média global de mulheres investigadoras era de 33%.</p>



<p>Quando considerados apenas os estudos em STEM, sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática, a desigualdade aumenta. O estudo mostra que a porcentagem de mulheres investigadoras que trabalham em engenharia e tecnologia na região é muito mais baixa do que a dos homens. Em alguns países, como Bolívia e Peru, esta porcentagem é inferior a 20%.</p>



<p>O dado é preocupante, uma vez que as previsões indicam que metade dos empregos atualmente existentes desaparecerá até 2050 e que 75% dos empregos do futuro exigirão competências STEM e STI &#8211; sigla em inglês para ciências, tecnologia e inovação. “Mais de 60% das crianças que entram hoje na escola primária podem acabar trabalhando em empregos que ainda não existem, e muitos dessas novas ocupações serão baseados em STEM. É essencial que meninas e mulheres tenham igual acesso aos novos empregos do futuro”, diz o estudo.</p>



<p>“Queremos que mais meninas e jovens se envolvam na ciência e pretendemos quebrar os preconceitos que cercam a participação das mulheres no STEM”, diz o especialista regional de Programa, Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação da Unesco, Guillermo Anlló. Segundo Anlló, o relatório revela a situação na região, o que “estabelece um ponto de partida para tomar decisões que apoiem e facilitem carreiras em STEM para mulheres”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferenças entre países</h2>



<p>A participação de mulheres nas atividades científicas é diferente de país para país na região da América Latina e Caribe. Um dos dados destacados no estudo é a proporção de artigos científicos que têm participação de pelo menos uma autora feminina. Em El Salvador, elas assinam apenas 43% dos artigos.&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-03/mulheres-assinam-72-dos-artigos-cientificos-publicados-pelo-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">No Brasil, a porcentagem chega a 72%</a>. Depois do Brasil, os principais países com mais mulheres autoras de trabalhos científicos são Argentina (67%) e Guatemala (66%). Os que têm participação feminina abaixo de 51% são Nicarágua, Chile, Bolívia, Equador, Costa Rica, República Dominicana e Honduras.</p>



<p>As diferenças entre homens e mulheres começam cedo. É duas vezes mais provável que os meninos considerem carreiras como engenharia do que as meninas, Em países como Colômbia, República Dominicana e México, a diferença é ainda maior. Uma carreira relacionada com tecnologias da informação e comunicação é considerada por apenas 1% das meninas, em comparação com 8% dos meninos.</p>



<p>De acordo com a publicação, estereótipos de gênero e barreiras culturais estão entre os fatores que explicam a segregação das mulheres, que dificulta a integração delas em estudos de temas Stem ao longo da carreira acadêmica. A falta de incentivo ao envolvimento de mulheres em temas científicos, desde a educação básica, como se a ciência fosse reduto masculino, é fruto desses estereótipos e causa menor adesão das jovens às carreiras em ciência e tecnologia.</p>



<p>&#8220;É importante ter uma compreensão muito clara do desafio que estamos enfrentando, para que possamos trabalhar em políticas e programas que apoiem a transformação dessa agenda&#8221;, diz a ministra&nbsp;&nbsp;para África, América Latina e Caribe do Reino Unido, Vicky Ford. &#8220;Ter acesso a dados e pesquisas que possam traçar um cenário preciso é essencial para orientar os próximos passos e movimentos de programas que envolvam políticas públicas e cooperação internacional para enfrentar a desigualdade de gênero em ciência e tecnologia&#8221;, acrescenta a ministra britânica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsas para mulheres</h2>



<p>Neste domingo (13), representantes do Reino Unido visitaram o Brasil e enfatizaram o programa Mulheres na Ciência, que está em curso no país desde 2018. A iniciativa tem como objetivo promover a diversidade de gênero na pesquisa científica, aproximando pesquisadoras, instituições de ensino, empresas e organizações da sociedade civil.</p>



<p>&#8220;Queremos que seja uma oportunidade única e transformadora, capaz de fazer com que as mulheres saibam que são valorizadas e estimadas, além de ajudá-las a avançar nas carreiras com as quais sempre sonharam. Então, esperamos também que possam inspirar outras mulheres a seguirem o mesmo caminho. Empoderar as mulheres em todos os setores, incluindo ciência, negócios e academia, é vital para construir uma sociedade mais desenvolvida, livre e igualitária&#8221;, diz Vicky Ford.</p>



<p>Estão abertas as inscrições para programa de bolsas de mestrado no Reino Unido voltado para mulheres com graduação em disciplinas das áreas Stem. As brasileiras selecionadas poderão contar com apoio econômico para estudar em uma das cinco universidades britânicas que estão recebendo candidaturas do Brasil, México e Peru.</p>



<p>A assistência incluirá matrículas, custos de viagem, vistos e taxas de cobertura de saúde, com apoio especial para mães. Mais informações sobre as bolsas para mulheres podem ser obtidas no<em>&nbsp;<a href="https://www.britishcouncil.org.br/mulheres-na-ciencia/bolsas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a></em><a href="https://www.britishcouncil.org.br/mulheres-na-ciencia/bolsas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;do British Council</a>.</p>



<p>Edição: Nádia Franco</p>



<p>Fonte: Agência Brasil </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/pa-1.jpeg" alt="Parceiros" class="wp-image-43792"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mulheres-sao-46-do-total-de-pesquisadores-da-america-latina-e-caribe/">Mulheres são 46% do total de pesquisadores da América Latina e Caribe</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisadores citados pelo governo não reconhecem plano de imunização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2020 14:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marina Barbosa, Cecília Emiliana13/12/2020 04:00 O plano de imunização contra a COVID-19 apresentado pelo governo federal traz o nome de quase 150 pesquisadores que teriam colaborado com a elaboração do programa. Porém, 36 dos profissionais citados pelo Executivo revelaram não ter tido acesso ao documento e cobraram medidas mais abrangentes de vacinação, como a ampliação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Marina Barbosa, Cecília Emiliana<small><strong>13/12/2020 04:00</strong></small></p>



<p>O plano de imunização contra a COVID-19 apresentado pelo governo federal traz o nome de quase 150 pesquisadores que teriam colaborado com a elaboração do programa. Porém, 36 dos profissionais citados pelo Executivo revelaram não ter tido acesso ao documento e cobraram medidas mais abrangentes de vacinação, como a ampliação dos grupos prioritários que terão direito à imunização gratuita e a aquisição de outras vacinas pelo governo federal.</p>



<p><br>&#8220;Nos causou surpresa e estranheza que o documento no qual constam os nomes dos pesquisadores deste grupo técnico não nos foi apresentado anteriormente e não obteve nossa anuência. Importante destacar que o grupo técnico havia solicitado reunião e manifestado preocupação pela retirada de grupos prioritários e pela não inclusão de todas as vacinas disponíveis que se mostrarem seguras e eficazes&#8221;, afirmaram os cientistas, em nota técnica publicada ontem.</p>



<p><br>Os profissionais pediram &#8220;que todas populações vulneráveis sejam incluídas na prioridade de vacinação, como indígenas, quilombolas, comunidades ribeirinhas, privados de liberdade e pessoas com deficiência&#8221;, além de outros grupos populacionais já incluídos e apresentados no plano inicial do governo&#8221;. O texto pede ainda que o governo considere estender a imunização gratuita contra a COVID-19 aos trabalhadores da educação e aos trabalhadores essenciais, que não pararam de trabalhar na pandemia.</p>



<p>Entregue ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF), o plano de imunização não contempla os presidiários, que constavam nas primeiras versões da campanha. Quilombolas, ribeirinhos e pessoas com deficiência também ficaram de fora.</p>



<p><br>O Ministério da Saúde pretende priorizar os idosos, os profissionais de saúde, pessoas com comorbidades, professores do ensino fundamental ao superior, profissionais das forças de segurança e salvamento e os funcionários do sistema prisional. O plano divide esse pessoal em quatro grupos e não estabelece data para o início da aplicação da vacina.</p>



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<p>Fonte: Estado de Minas Gerais</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pesquisadores-citados-pelo-governo-nao-reconhecem-plano-de-imunizacao/">Pesquisadores citados pelo governo não reconhecem plano de imunização</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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