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	<title>Rosa Weber |</title>
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	<title>Rosa Weber |</title>
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		<title>Rosa Weber assumirá cargo no Tribunal de Revisão do Mercosul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2024 05:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda, 18 de março de 2024 A ministra aposentada do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber aceitou o convite feito pelo governo federal para assumir o cargo de árbitra no Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul, conforme foi publicado pelo portal Metrópoles. Rosa entrará na vaga do também ministro aposentado do STF Ricardo Lewandowski, que renunciou ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 18 de março de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra aposentada do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber aceitou o convite feito pelo governo federal para assumir o cargo de árbitra no Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul, conforme foi publicado pelo portal <em>Metrópoles.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Rosa entrará na vaga do também ministro aposentado do STF Ricardo Lewandowski, que renunciou ao cargo na corte do bloco econômico em janeiro deste ano para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra aposentada do Supremo deve completar o mandato de Lewandowski como presidente do tribunal, que termina no fim deste ano. Criada em 2002, a corte de revisão do Mercosul é responsável por solucionar controvérsias e garantir a segurança jurídica entre os Estados-partes do bloco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ministra Rosa é altamente qualificada para integrar o Tribunal do Mercosul, diante de sua vasta experiência como juíza de carreira e por ter presidido várias cortes, inclusive o STF”, disse Lewandowski.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Corte valorizada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro aposentado do Supremo Celso de Mello também saudou enfaticamente o convite feito a Rosa Weber para integrar o Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul. Ele destaca que, com a escolha de Rosa, o Brasil promove a valorização da corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a seguir a íntegra da manifestação do ministro Celso de Mello:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No processo de evolução do sistema de controvérsias no âmbito do MERCOSUL, já a partir do Tratado de Assunção (1991), que previa um incipiente modelo procedimental simplificado, ganha vulto e significativa importância esse mecanismo de resolução de litígios comunitários instituído pelo Protocolo de Olivos, assinado em 2002, que criou o Tribunal Permanente de Revisão do Mercado Comum do Sul, instalado em 2004 na capital do Paraguai, destinado, segurament , a tornar-se verdadeiro ‘Tribunal Regional’ nestes tempos de globalização econômica e de integração regional!</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indicação, pelo Brasil, da Ministra Rosa Weber, de alta e indiscutível integridade pessoal e notável qualificação profissional, para compor o Tribunal de Revisão do Mercosul revela a importância que o Governo brasileiro atribui a esse relevante e essencial órgão de resolução de disputas e controvérsias comunitárias em nossa região!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse ato, o de indicação de um nome de alto prestígio, como o da Ministra Rosa Weber, ex-Presidente da Suprema Corte brasileira, o Brasil valoriza, de modo muito expressivo, o Tribunsl Permanente de Revisão, que poderá, no futuro, tornar-se verdadeiro ‘Tribunal de Justiça’ do MERCOSUL!”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Conjur / Carlos Moura/Ascom/TSE</p>



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<iframe title="Campo Verde x Quixadá - Campeonato Municipal de Quixabeira 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TIcEC6Z0xg8?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rosa-weber-assumira-cargo-no-tribunal-de-revisao-do-mercosul/">Rosa Weber assumirá cargo no Tribunal de Revisão do Mercosul</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>CNJ pede a Dino medidas imediatas para conter a violência no Vale do Javari</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 04:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Flavio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quarta, 26 de abril de 2023 A ministra Rosa Weber, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), enviou ofício ao ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB-MA), requerendo envio de todos os esforços e &#8220;providências imediatas&#8221; na terra indígena do Vale do Javari, tendo em vista o crescimento do garimpo ilegal e as notícias de que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quarta, 26 de abril de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph"><font style="vertical-align: inherit;"><font style="vertical-align: inherit;">A ministra Rosa Weber, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), enviou ofício ao ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB-MA), requerendo envio de todos os esforços e &#8220;providências imediatas&#8221; na terra indígena do Vale do Javari, tendo em vista o crescimento do garimpo ilegal e as notícias de que houve, na última semana, uma invasão de um grupo de criminosos à região.</font></font></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi elaborado em meio às denúncias de ameaças de morte contra lideranças do povo indígena Kanamari, publicadas por veículos como&nbsp;<em>Carta Capital</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Agência Brasil</em>. Os indígenas que vivem na região, palco dos&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2022-jun-19/segunda-leitura-morte-dom-bruno-crime-organizado-territorio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Don Phillips, no ano passado</a>, estão em situação de &#8220;extrema vulnerabilidade&#8221;, conforme exposto por Rosa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma comitiva oficial do CNJ esteve no local no mês passado e constatou, por meio de conversas com os povos originários, uma série de ameaças diretas e indiretas às pessoas que ali vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nota-se a intensificação de denúncias de crimes como garimpo, pesca e caça predatórias, extração ilegal de madeira e tráfico de drogas, que representam violências diretas aos povos indígenas que habitam a TI Vale do Javari, materializadas em ameaças, tentativas ou crimes efetivamente praticados contra lideranças, indígenas e defensores de direitos humanos da região, assim como violências indiretas, por meio da destruição dos recursos ambientais indispensáveis à sobrevivência das comunidades que ali habitam&#8221;, escreveu a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As reportagens informam que, no último dia 16, um grupo de criminosos armados com fuzis invadiu aldeias do povo Kanamari e fez ameaças de morte a uma liderança indígena. Eles chegaram a bordo de um barco de alumínio e falavam em espanhol, ainda de acordo com os textos noticiosos. As denúncias vieram à tona por meio do Observatório dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato (OPI).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resolução da CIDH</strong><br>O documento do CNJ também cita resolução da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), de outubro passado, no contexto da morte de Pereira e Phillips.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto pediu a ampliação de medidas cautelares favoráveis à União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) e determinou que o Estado brasileiro garanta a vida e a dignidade dos povos originários que vivem na região, &#8220;em especial de suas lideranças e dos defensores de direitos humanos que atuam na área, com vistas à garantia de não repetição do crime que vitimou Bruno Araújo Pereira e Dom Phillips&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto mencionado pelo CNJ é o relatório &#8220;Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil&#8221;, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), que aponta, como exemplo de situação de extrema vulnerabilidade e insegurança, o fato de que, em uma das bases de proteção da TI, havia apenas um servidor da Funai e nenhum agente de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A situação gera vulnerabilidade para indígenas e servidores e reflete o contexto geral de desmonte do órgão indigenista&#8221;, diz trecho do relatório acoplado ao ofício.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ofício 193/GP/2023<br>Clique&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/dl/cnj-dino-providencias-imediatas.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>&nbsp;para ler o documento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Conjur</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia em Inglês ( <a href="http://CNJ asks Dino for immediate measures to contain violence in the Javar Valley  Minister Rosa Weber, president of the National Council of Justice (CNJ), sent an official letter to the Minister of Justice, Flávio Dino (PSB-MA), requesting that all efforts be made and &quot;immediate measures&quot; taken in the indigenous land of Vale do Javari, having in view of the growth of illegal mining and the news that a group of criminals invaded the region last week.  The document was prepared amid reports of death threats against leaders of the Kanamari indigenous people, published by vehicles such as Carta Capital and Agência Brasil. The indigenous people who live in the region, the scene of the murders of the indigenist Bruno Pereira and the journalist Don Phillips, last year, are in a situation of &quot;extreme vulnerability&quot;, as exposed by Rosa.  An official delegation from the CNJ visited the site last month and found, through conversations with the native peoples, a series of direct and indirect threats to the people who live there.  &quot;It is noted the intensification of reports of crimes such as mining, predatory fishing and hunting, illegal logging and drug trafficking, which represent direct violence against the indigenous peoples who inhabit the IL Vale do Javari, materialized in threats, attempts or crimes effectively practiced against leaders, indigenous peoples and human rights defenders in the region, as well as indirect violence, through the destruction of environmental resources indispensable to the survival of the communities that live there&quot;, wrote the minister.  The reports inform that, on the last 16th, a group of criminals armed with rifles invaded villages of the Kanamari people and made death threats to an indigenous leader. They arrived aboard an aluminum boat and spoke in Spanish, according to news reports. The allegations surfaced through the Observatory for the Human Rights of Isolated and Recently Contacted Indigenous Peoples (OPI).  IACHR Resolution The CNJ document also cites a resolution by the Inter-American Commission on Human Rights (IACHR) of last October, in the context of the death of Pereira and Phillips.  The text asked for the expansion of precautionary measures favorable to the Union of Indigenous Peoples of the Javari Valley (Univaja) and determined that the Brazilian State guarantees the life and dignity of the indigenous peoples who live in the region, &quot;especially their leaders and defenders of human rights that work in the area, with a view to guaranteeing the non-repetition of the crime that victimized Bruno Araújo Pereira and Dom Phillips&quot;.  Another point mentioned by the CNJ is the report &quot;Violence Against Indigenous Peoples in Brazil&quot;, prepared by the Indigenous Missionary Council (Cimi), which points out, as an example of a situation of extreme vulnerability and insecurity, the fact that, in one of the IT protection, there was only one Funai server and no security agents.  &quot;The situation generates vulnerability for indigenous people and civil servants and reflects the general context of the dismantling of the indigenist body&quot;, says an excerpt from the report attached to the letter.  Official Letter 193/GP/2023 Click here to read the document  Source: Conjure" target="_blank" rel="noopener" title="">Clique aqui</a>)</p>



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<iframe title="Entendendo como funciona o CMDS e a importância da comunidade esta inserida..." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/LN3ES5iTj9w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Rosa Weber dá dez dias para Bolsonaro explicar perdão a Daniel Silveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 19:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de dez dias para o presidente Jair Bolsonaro (PL) explicar o perdão concedido ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). O decreto presidencial com o indulto ao parlamentar foi publicado na quinta-feira, 21, menos de 24 horas após o STF condenar o parlamentar a oito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de dez dias para o presidente Jair Bolsonaro (PL) explicar o perdão concedido ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). O decreto presidencial com o indulto ao parlamentar foi publicado na quinta-feira, 21, menos de 24 horas após o STF condenar o parlamentar a oito anos e nove meses de prisão por ataques à Corte e à democracia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em despacho na noite desta segunda-feira, 25, a ministra afirma que o assunto tem &#8220;relevância e especial significado para a ordem social e a segurança jurídica&#8221;. Além da manifestação do presidente, Rosa Weber abriu prazo para a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviarem seus pareceres sobre o decreto de indulto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da ministra ocorreu no âmbito de ações apresentadas por partidos de oposição que contestam o perdão a Silveira. Ao menos quatro processos foram protocolados no Supremo desde que Bolsonaro anunciou o indulto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os partidos contestam dois pontos principais: a concessão do perdão antes do trânsito em julgado da condenação de Silveira e a proximidade do presidente com o parlamentar, o que violaria o princípio de impessoalidade na administração pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



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<iframe title="&quot;Desejo sexual: de quem é a responsabilidade?&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pb3CBvRhJQM?list=PL0Ew9K-__65yycHR6mb5J0oE-hM0Gpk0U" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rosa-weber-da-dez-dias-para-bolsonaro-explicar-perdao-a-daniel-silveira/">Rosa Weber dá dez dias para Bolsonaro explicar perdão a Daniel Silveira</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Rosa Weber libera emendas do relator e amplia prazo para Congresso prestar contas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 14:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas do relator]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) &#8211; A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou os pagamentos de emendas de relator que haviam sido suspensos pela corte e se tornado motivo de embate entre os Poderes. A magistrada também ampliou de 30 para 90 dias o prazo para que o Congresso informe o nome de todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>B</strong>RASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) &#8211; A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou os pagamentos de emendas de relator que haviam sido suspensos pela corte e se tornado motivo de embate entre os Poderes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada também ampliou de 30 para 90 dias o prazo para que o Congresso informe o nome de todos os parlamentares beneficiados em 2020 e 2021 por essas verbas, utilizadas como moeda de negociação política do governo Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão será submetida ao plenário da corte, mas ainda não há data definida para o julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ministra, as providências adotadas pelo Legislativo &#8220;mostram-se suficientes&#8221; para &#8220;justificar o afastamento dos efeitos da suspensão determinada&#8221; pela corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o governo e o Congresso poderão executar os cerca de R$ 9 bilhões de emendas de relator que estavam parados por ordem do Supremo -Rosa Weber havia determinado a suspensão no começo de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão desta segunda-feira (6), a ministra cita que o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), solicitou ao relator-geral do Orçamento que informe o nome dos beneficiados pelas emendas que estão sob seu controle a fim de cumprir a ordem do tribunal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada, porém, divergiu do prazo de 180 dias fixado por Pacheco para obter uma resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela afirmou que o Legislativo tem que detalhar os responsáveis pelos repasses em 90 dias -inicialmente, ela havia dado 30 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As emendas de relator têm sido manejadas por governistas com apoio do Palácio do Planalto às vésperas de votações importantes para o Executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reportagem do jornal Folha de S.Paulo deste domingo mostrou como as emendas de relator distribuídas pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), têm sido usado como moeda de troca política.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Léo e Companhia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/uLMDMhOVi5E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Rosa Weber entendeu que a resolução aprovada pelo Congresso para dar maior publicidade à execução das verbas daqui para frente permite que sejam retomados os repasses, mas lembrou que a decisão precisa ser cumprida na sua integralidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A nova disciplina jurídica da execução das emendas do relator, ao tornar mais transparente e seguro o uso das verbas federais, viabiliza a retomada dos programas de governo e dos serviços de utilidade pública cujo financiamento estava suspenso, sem prejuízo da continuidade da adoção de todas as providências necessárias à ampla publicização dos documentos embasadores da distribuição de recursos das emendas no período correspondente aos exercícios de 2020 e de 2021&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As emendas de relator são alvo de polêmica por configurarem um esquema de negociação de verbas públicas sem transparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso os parlamentares queriam que o STF descongelasse logo essas emendas para permitir o pagamento dos valores dentro do Orçamento de 2021, véspera de ano eleitoral e motivo da ansiedade do Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dinheiro disponível neste ano para esse tipo de emenda é de R$ 16,8 bilhões e envolve o chamado &#8220;toma lá, dá cá&#8221;, alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro na campanha de 2018, mas depois consolidado ao longo de seu governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes dessa nova manifestação ao STF, Pacheco chegou a afirmar que era &#8220;inexequível&#8221; detalhar as informações de Orçamentos passados referentes aos pedidos que fundamentaram as emendas de relator, como, por exemplo, quais parlamentares as indicaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em manifestação anterior ao Supremo, assinada também pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o Congresso pediu o &#8220;reconhecimento da impossibilidade fática e jurídica de cumprimento dos itens&#8221; da decisão que dizem respeito à retroatividade da transparência a ser dada para a destinação das emendas.<br>*<br>ENTENDA O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM AS EMENDAS PARLAMENTARES</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada ano, o governo tem que enviar ao Congresso até o final de agosto um projeto de lei com a proposta do Orçamento Federal para o ano seguinte. Ao receber o projeto, congressistas têm o direito de direcionar parte da verba para obras e investimentos de seu interesse. Isso se dá por meio das emendas parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As emendas parlamentares se dividem em:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Emendas individuais: apresentadas por cada um dos 594 congressistas. Cada um deles pode apresentar até 25 emendas no valor de R$ 16,3 milhões por parlamentar (valor referente ao Orçamento de 2021). Pelo menos metade desse dinheiro tem que ir para a Saúde;<br>&#8211; Emendas coletivas: subdivididas em emendas de bancadas estaduais e emendas de comissões permanentes (da Câmara, do Senado e mistas, do Congresso), sem teto de valor definido;<br>&#8211; Emendas do relator-geral do Orçamento: As emendas sob seu comando, de código RP9, são divididas politicamente entre parlamentares alinhados ao comando do Congresso e ao governo.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">CRONOLOGIA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de 2015<br>A execução das emendas era uma decisão política do governo, que poderia ignorar a destinação apresentada pelos parlamentares.2015</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio da emenda constitucional 86, estabeleceu-se a execução obrigatória das emendas individuais, o chamado orçamento impositivo, com algumas regras:<br>a) execução obrigatória até o limite de 1,2% da receita corrente líquida realizada no exercício anterior;<br>b) metade do valor das emendas destinado obrigatoriamente para a Saúde;<br>c) contingenciamento das emendas na mesma proporção do contingenciamento geral do Orçamento. As emendas coletivas continuaram com execução não obrigatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2019<br>&#8211; O Congresso amplia o orçamento impositivo ao aprovar a emenda constitucional 100, que torna obrigatória também, além das individuais, as emendas de bancadas estaduais (um dos modelos das emendas coletivas);<br>&#8211; Metade desse valor tem que ser destinado a obras;<br>&#8211; O Congresso emplaca ainda um valor expressivo para as emendas feitas pelo relator-geral do Orçamento: R$ 30 bilhões;<br>&#8211; Jair Bolsonaro veta a medida e o Congresso só não derruba o veto mediante acordo que manteve R$ 20 bilhões nas mãos do relator-geral.2021</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valores totais reservados para cada tipo de emenda parlamentar:<br>&#8211; Emendas individuais (obrigatórias): R$ 9,7 bilhões;<br>&#8211; Emendas de bancadas (obrigatórias): R$ 7,3 bilhões;<br>&#8211; Emendas de comissão permanente: R$ 0;<br>​- Emendas do relator-geral do Orçamento (código RP9): R$ 16,8 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg" alt="" class="wp-image-35882" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rosa-weber-libera-emendas-do-relator-e-amplia-prazo-para-congresso-prestar-contas/">Rosa Weber libera emendas do relator e amplia prazo para Congresso prestar contas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rosa Weber dá 24 h para Câmara prestar informações sobre votação da PEC dos Precatórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2021 05:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministra do STF foi designada como relatora de uma ação apresentada por deputados contra a Proposta de Emenda à Constituição A ministra do&#160;Supremo Tribunal Federal (STF)&#160;Rosa Weber&#160;determinou, nesta sexta-feira (5), que a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados apresente informações em 24 horas sobre a votação da PEC dos Precatórios. “Considerada a alta relevância do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ministra do STF foi designada como relatora de uma ação apresentada por deputados contra a Proposta de Emenda à Constituição</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra do&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/supremo-tribunal-federal-stf/">Supremo Tribunal Federal (STF)</a>&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/rosa-weber/">Rosa Weber</a>&nbsp;determinou, nesta sexta-feira (5), que a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados apresente informações em 24 horas sobre a votação da PEC dos Precatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Considerada a alta relevância do tema em debate, assino o prazo de 24 horas às autoridades impetradas, a fim de, querendo, prestem as informações que reputarem pertinentes, antes do exame do pedido de medida liminar. Publique-se. Notifiquem-se as autoridades impetradas pela via mais expedita disponível” determinou a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weber foi designada relatora da ação apresentada por deputados federais contra a votação da PEC dos Precatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados Alessandro Molon (PSB-RJ), Joice Hasselmann (PSDB-SP), Fernanda Melchionna (Psol-RS), Kim Kataguiri (DEM-SP), Marcelo Freixo (PSB-RJ) e Vanderlei Macris (PSDB-SP) apresentaram a ação na quinta-feira (4).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pedido, os deputados afirmam que a sessão burlou o regimento da Câmara ao permitir que deputados licenciados por viagens oficiais votassem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De forma casuística e em patente desvio de finalidade, foi editado ato para garantir o quórum necessário”, dizem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<hr class="wp-block-separator has-text-color has-background has-black-background-color has-black-color is-style-wide"/>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="940" height="788" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/Parceiros.png" alt="" data-id="32507" data-full-url="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/Parceiros.png" data-link="https://ipiracity.com/governo-esta-irritado-com-cobertura-da-imprensa-de-bolsonaro-em-roma/parceiros/" class="wp-image-32507" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/Parceiros.png 940w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/Parceiros-300x251.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/Parceiros-768x644.png 768w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure></li></ul></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rosa-weber-da-24-h-para-camara-prestar-informacoes-sobre-votacao-da-pec-dos-precatorios/">Rosa Weber dá 24 h para Câmara prestar informações sobre votação da PEC dos Precatórios</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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