O menino de Belém do Pará que virou lenda. O doutor de Ribeirão Preto que ensinou o tempo a respirar. E o país também
Ele corria pouco; deslizava como quem adia a queda de uma árvore. Havia nele uma pausa que não pedia desculpas, e havia um pensamento aceso por trás do olhar; a bola obedecia a essa luz baixa. O calcanhar era uma vírgula, e a cabeça era uma bússola. O estádio inteiro respirava no compasso do atraso […]
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