Por Alexandre Gusmão
Opinião sobre uma política pública cultural: Com todo o respeito à gestão pública.
Amigos e amigas da literatura, há uns três anos q me oponho à proposta do espaço ser uma biblioteca.
Vamos lá: sem dúvida o prédio tem uma arquitetura atraente. Questiono o fato de que nossas escolas, bem ou mal, já possuem as suas bibliotecas.
Sei q nelas a prioridade é para os estudantes. Mas, por experiência na capital, penso que já vigora nos espaços de cultura uma dinâmica tecnológica da interatividade, da busca ativa pelas histórias e temas de interesse de cada cidadão.
Porque não atualizar essa estratégia e tornar o espaço interativo sobre as muitas histórias de nosso camisão? Sem eliminar o espaço dos livros?
Telas em que as pessoas encontrariam fotografias antigas de famílias, políticos,projeções em parede, histórias narradas pelos antigos, fones de ouvido, causos, histórias do futebol ipiraense e dos eventos musicais da cidade.
A mente da juventude contemporânea lida bem com esse tipo de pesquisa.
Embora o espaço sirva à sociedade, que diferença fará a um professor levar seus alunos para uma outra biblioteca? Pq é moderna e tem divisórias de vidro?
A formação cultural é maior do que isso.
Deixo aqui minha modesta opinião. Ademais, torço para que ao menos dê certo.




