Os suicídios que o trabalho insiste em esconder
Por Bruno Chapadeiro Ribeiro 1. A farsa do acolhimento e a metamorfose da dor “(…) 10 de setembro, hoje eu não tô vivendo” cantavam “As patroas” [sic]. Há uma contradição perversa no coração do capitalismo hipertardio que o mês de setembro insiste em encenar, qual seja, a de diferentes empresas que decidem ornamentar seus corredores […]
Continue Lendo