Comemorando 30 anos, editora baiana Solisluna participa da Feira do Livro de Bolonha, na Itália

cultura

A editora baiana Solisluna, que este ano completa 30 anos de fundação, mais uma vez está representando o Brasil na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, o maior evento do mundo dedicado ao segmento, e que começou na segunda-feira (6), na Itália.

A feira literária, desta vez, celebra seis décadas e presta homenagem a um dos protagonistas da literatura italiana do século XX, Ítalo Calvino, no ano do centenário de seu nascimento. 

Até quinta-feira (9), serão mais de 1400 expositores de 90 países e 325 eventos na programação, reunindo editores, agentes literários, bibliotecários, autores e ilustradores de todo o mundo. Parceiro da Solisluna, o Instituto Emília, organização de São Paulo que incentiva a leitura, a literatura, o livro e a formação de leitores, participa pela primeira vez. Seu estande vai contar com um coletivo formado por onze editoras brasileiras que se destacam pela qualidade e diversidade de suas produções. Além da Solisluna, são elas: Aletria, Barbatana, Caixote, Jujuba, Mazza, Miguilim, Peirópolis, Piu, Selo Emília e WMF. 

Os livros da Solisluna também serão apresentados no estande do Brazilian Publishers, programa da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que promove o conteúdo editorial brasileiro no exterior, e ao qual a editora é associada desde 2013. 

“O objetivo é apresentar nossa produção para crianças e jovens do mundo todo, neste ano em que a Solisluna comemora três décadas. Pretendemos estabelecer, ainda, conexões e parcerias com editores, ilustradores e profissionais do mercado literário de diversas regiões, que comunguem com os propósitos da editora, de apresentar uma literatura de qualidade”, afirma Kin Guerra (foto abaixo), editor e responsável pelos direitos internacionais da Solisluna. Ele estará presente na Feira de Bolonha.

A edição deste ano acolhe encontros sobre algumas das questões mais atuais sobre o futuro e o presente da edição global: a censura em livros infantis, a questão sobre a necessidade de editar o trabalho de autores já falecidos e o novo papel da inteligência artificial.

Fonte: Alô alô Bahia

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